Quem somos & o que fazemos
FUNDAÇÃO E APROVAÇÃO
Somos uma jovem comunidade religiosa, aprovada definitivamente em maio de 2019 na Diocese de Noto (Itália), onde está situada a nossa Casa-Mãe. Fomos aprovados por Sua Excelência Reverendíssima Mons. Antonio Staglianò como “Associação Pública de Fiéis em vista de nos tornarmos um Instituto Religioso de Direito Diocesano”. Posteriormente, Mons. Antonio Staglianò foi nomeado Presidente da Pontifícia Academia de Teologia, em Roma. (cf. Assisitir video da aprovação)
A comunidade foi fundada por Frei Volantino Verde, civilmente Corrado Giunta, natural de Ispica (RG), na Diocese de Noto. Tendo sido ateu e distante de Deus e de Sua Vontade, após experimentar um período de “grande sofrimento”, iniciou seu caminho de conversão por volta dos 24 anos; Ao longo desse caminho, Deus foi lhe mostrando, passo a passo, o Seu projeto, também por meio da ajuda de um diretor espiritual que o próprio Senhor lhe indicou. No início, viveu como “eremita”, retirando-se numa gruta da Cava de Ispica, a fim de rezar e compreender cada vez melhor a Vontade de Deus. Mais tarde, juntaram-se a ele os primeiros irmãos e, alguns anos depois, também as irmãs, dando origem à Segunda Ordem e lançando, assim, as bases para o nascimento de uma nova comunidade religiosa: os “Pequenos Frades e Irmãs de Jesus e Maria”, também chamados Irmãs e Frades Pobres, ou ainda Volantini Verdi., A comunidade possui uma “espiritualidade franciscana e carmelitana das origens”, como nos definiu um bispo de Roma e vigário do Cardeal Ruini, durante o pontificado de São João Paulo II, que acompanhou e apoiou a comunidade desde os seus primeiros anos.
Em 1999, surgiram as Constituições Civis da Comunidade. Sempre submetido à autoridade da Igreja, Frei Volantino recebeu a bênção do então Bispo, Mons. Giuseppe Malandrino, para dar continuidade a esta obra, encorajado também pelo Padre Ugo Vang Doorne, com uma frase: “Se forem rosas, florescerão!”. Atualmente, somos cerca de sessenta membros, entre professos, noviços, postulantes e probandos, presentes em várias dioceses do mundo. Estamos presentes na Itália, nos Estados Unidos, no México e no Brasil. Já contamos com sete sacerdotes, entre eles o nosso fundador, Frei Volantino, e outros irmãos que estão se preparando para o sacerdócio, realizando seus estudos nas Universidades Pontifícias.


DUPLA ESPIRITUALIDADE
Como já mencionado, a nossa dupla espiritualidade, carmelitana e franciscana, ou seja, contemplativa e ativa, remonta às origens dessas espiritualidades. Seguindo o exemplo de Jesus, que se retirava ao Horto das Oliveiras para rezar e compreender a Vontade do Pai e, depois, percorria as estradas da Galileia anunciando o Evangelho do Reino, também nós temos tempos dedicados à oração, ao silêncio e à contemplaç
ão, para depois sairmos pelas estradas, com simplicidade, pobreza e competência,
anunciando ao mundo Cristo morto e ressuscitado, sobretudo por meio do testemunho da nossa vida (cf. Jo 13,15).

VIAGENS DE TOTAL PROVIDÊNCIA: A PÉ E PEDINDO CARONA
Muitas vezes, escolhendo previamente um lugar para onde desejamos peregrinar, viajamos de carona, e as irmãs nunca sozinhas, mas sempre acompanhadas por algum confrade, sem levar nada para a viagem, conforme Jesus ordenou aos Apóstolos (cf. Lc 9,3-6). Encontrar as pessoas durante as viagens de carro é uma grande oportunidade para chegar àqueles que estão distantes da fé, da Igreja e dos Sacramentos. No trabalho de evangelização, utilizamos também simples folhetos e pequenos materiais impressos, como a “Carteira de Habilitação do Cristão” (cf. tr.ee/chndocristao), entre outros, que nos ajudam a iniciar um diálogo sobre a fé com aqueles que nos acolhem em seus carros.
VOTO DE POBREZA
Vivemos de total providência, sem utilizar dinheiro. Não porque o dinheiro seja um mal ou um pecado — de fato, os próprios Apóstolos tinham uma caixa comum (cf. At 4,34-35). A pobreza não é um fim em si mesma, e sim um meio. Por meio dela, buscamos alcançar as almas que estão um pouco perdidas ou que, talvez, tenham se afastado da Igreja, inclusive apontando o dedo contra Essa, para ajudá-las a retornar aos Sacramentos da Santa Confissão e da Santa Comunhão e à participação na Santa Missa dominical. Este é, fundamentalmente, o nosso carisma.
FUNDAÇÃO DA COMUNIDADE DE ALIANÇA

Depois da fundação da Primeira e da Segunda Ordem, ou seja, dos frades e das irmãs, ao longo dos anos, por uma intuição do nosso fundador, Frei Volantino, nasceu também a nossa Terceira Ordem: uma associação de leigos denominada ADP-VV: “Aliados dos Pequenos Volantini Verdi”. Trata-se de cenáculos de oração mariana, formados por pessoas que, desejando viver o nosso carisma dentro do seu próprio estado de vida, assumem o compromisso de rezar, pelo menos uma vez por mês, o Santo Rosário meditado e cantado, segundo um método novo, como fazemos nós, frades e irmãs. Nesse método, damos maior espaço à meditação, para compreender melhor como viver, em nossa própria vida, os Mistérios da vida de Jesus e Maria e, assim, enfrentar as situações e dificuldades do dia a dia segundo o Evangelho.
FUNDAÇÃO DOS MISSIONÁRIOS LEIGOS
Entre os nossos “Aliados”, há alguns anos, nasceu também, por meio de um Ato Constitutivo de Associação, o grupo dos “Missionários Leigos adp-vv-fpd”. São leigos que, já sendo “Aliados” bem preparados espiritualmente, desejando fazer algo a mais pela causa da evangelização, assumem o compromisso de dedicar mais tempo a essa missão, tornando-se Missionários Leigos em tempo integral (Full-time), parcial (Part-time) ou à distância, de acordo com a disponibilidade de cada um. Dessa forma, colaboram e apoiam a nossa Comunidade nas obras de evangelização e caridade.
SANTOS BALUARTES

Também nós, seguindo o conselho evangélico, procuramos viver a pobreza total, tanto em espírito como materialmente, e a itinerância, inspirando-nos no exemplo de São Francisco e, antes ainda, no próprio Jesus, que, ao que tudo indica, durante sua vida não utilizou dinheiro (cf. Mt 17,27; At 8,1-3).

Nossa Comunidade inspira-se em Santa Teresinha do Menino Jesus, por sua pequenez e simplicidade e por sua vida contemplativa e missionária ao mesmo tempo. Mesmo permanecendo entre os muros do Carmelo, seu desejo era ser missionária: «Queria ser missionária não apenas durante alguns anos, mas queria tê-lo sido desde a criação do mundo e sê-lo até a consumação dos séculos.»
(Santa Teresa de Lisieux, História de uma alma, Manuscrito autobiográfico B).

Por amor a Maria Santíssima, São Pio de Pietrelcina deixou este testamento espiritual: «Amai e fazei amar Nossa Senhora, rezai e fazei rezar o santo rosário». Também nós, por amor a Maria Santíssima, rezamos e fazemos rezar o Santo Rosário, utilizando um método inovador. Este Santo Rosário, com seu método próprio, consiste em rezar utilizando fichas sistemáticas, nas quais se lê, primeiramente, a Palavra de Deus; depois, uma meditação sobre o tema do mistério anunciado e um ensinamento do Magistério ou de algum santo ou beato, sempre relacionado ao tema do mistério. Em seguida, há uma breve meditação livre e, depois, um Pai-Nosso e cinco Ave-Marias cantadas para cada mistério, pois, como diz Santo Agostinho, retomando um autor dos primeiros séculos: «Quem canta bem, reza duas vezes.»

Também chamado de “o louco da Imaculada”, São Maximiliano Maria Kolbe sentia em seu íntimo que deveria combater uma batalha em favor da Imaculada, uma verdadeira Milícia Espiritual: “Inundar a terra com um dilúvio de imprensa cristã e mariana.”
Seguindo o exemplo de São Maximiliano M. Kolbe, também nós difundimos, como já mencionado, livros, folhetos e pequenos materiais impressos, com o objetivo de evangelizar o maior número possível de almas.
DISCERNIMENTO VOCACIONAL
Buscar de ajudar as pessoas a discernir a Vontade de Deus é nosso trabalho primordial. Assim, o acompanhamento vocacional (independentemente da idade) é um caminho feito ao lado de um irmão ou de uma irmã, para ajudar a alma a descobrir a própria vocação. Como acompanhadores, não somos chamados a dizer qual é a vocação de alguém, mas a caminhar juntos, dando a mão e guiando nessa jornada exigente e bela rumo à descoberta do tesouro escondido, aquele pelo qual vale a pena vender tudo para adquirir o campo que o contém (cf. Mt 13,44).
Para mais informações sobre o acompanhamento vocacional clique aqui.
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Fonte: Giornalino online: Il Volantino, n. 1, publicado em Dez. de 2025)




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